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Mnisis surge de uma inspiração profunda em Anamnesis, uma teoria filosófica que remonta a Platão e Sócrates, destacando a aprendizagem como um processo de recordação. Esse conceito forma a base da marca, que busca resgatar a nostalgia positiva, leve e libertadora da infância.

 

Alinhada a essa filosofia, Mnisis se estabeleceu como uma marca que busca incorporar em sua essência a essência da infância. A técnica artesanal de resina, agora uma característica iniciais de suas peças, foi aprimorada através de experimentações e um ensaio de arte lúdica. Como uma marca jovem, compromete-se com a sustentabilidade social, colaborando com pequenos e médios fornecedores, desde costureiras e modelistas até artistas autônomos, preservando assim o trabalho artesanal.

 

A verdadeira inspiração por trás de Mnisis emerge da observação atenta do mundo ao nosso redor. Uma variedade de experiências pessoais, viagens, encontros urbanos e naturais, e até mesmo conversas descontraídas em bares com amigos contribuem para a riqueza da marca. Mnisis é um convite para respirar fundo, relaxar e desfrutar do momento presente. É uma declaração contra a pretensão da moda, promovendo a diversão, a leveza e a autenticidade.

Conheça a Marinaaaaa

Marina Costa é a fundadora e diretora criativa por trás da Mnisis. Com apenas 25 anos, meses antes do pandemia mundial lançou sua marca ao mercado. 
A jovem empreendedora natural de Vargem Grande do Sul conseguiu se destacar e colocar em pratica o que aprendeu no seu Mestrado em Design de Moda e Marketing no Istituto Marangoni, na Itália.

 

Mnisis é uma expressão da nostalgia da estilista. Marina utiliza suas experiências pessoais como inspiração para criar coleções que transcendem o individual e se conectam com o público, incorporando o design afetivo como pilar importante da label. 

A abordagem de Marina para a moda é única, pois ela infunde cada peça com um sentido de história e significado. Suas coleções não são apenas sobre tendências passageiras, mas sim sobre narrativas pessoais e emocionais que ressoam com os clientes em todo o mundo.

estilista marina costa com vestido preto classico

Nossa missão

A sustentabilidade na moda pode ser confundida com algo monótono e sem vida, muitas vezes deixando o consumidor sem entender claramente o que torna uma roupa sustentável.

Para a gente, a união de sustentabilidade à moda é possível quando desaceleramos o consumo (o famoso slow fashion) e desafiamos os modelos de negócios dominantes, com um design que leva em conta aspectos emocionais e culturais <3

 

Precisamos testar novas abordagens para criar e experimentar a moda. Somos orientadas pela conexão emocional e buscamos produzir looks que geram identificação e empatia.

 

 Reconhecemos que há um longo caminho a percorrer, mas estamos comprometidas em incorporar cada vez mais a sustentabilidade em todos os nossos processos.

Planeta

Planeta

Em termos de sustentabilidade ambiental, pensamos primeiramente em gerar o menor impacto o possível durante a produção da roupa, utilizando muitas vezes de tecidos de reuso para a confecção, esses são sobras de materiais comprados em excesso por grandes fabricas de moda.

Atualmente, a indústria da moda produz resíduos e poluição em ritmo mais rápido que a natureza é capaz de absorver, além de consumir recursos naturais numa velocidade bem mais alta que o ambiente consegue repor.
Dessa forma, é necessário repensar a forma que criamos os designs para evitar gerar mais lixo. Diminuir o consumo de matéria-prima virgem contribui para um sistema cíclico dentro da moda, já que utiliza das sobras descartadas pela própria indústria.
Também é importante lembrar que o impacto ambiental não acaba com a produção da roupa, se desfazer de roupas antigas pode também causar muitos danos. Assim, utilizamos também do design afetivo, técnica que explora o poder identificativo do consumidor para dificultar o descarte da peça.
Reduzir e reaproveitar a matéria-prima é a forma que encontramos de diminuir o lixo gerado pela nossa empresa <3

Produto

Produto

Moda  para nós é uma necessidade de afeto, compreensão, pertencimento, liberdade, identidade e prazer, que manifesta nossos desejos e emoções.

Reconhecemos que a roupa em si possui uma característica muito especial, a de receber e a marca humana, é por essa razão que a vestimenta pode ser fortemente associada à memória. O design emocional é a ferramenta escolhida por Mnisis para que as roupas, ao serem associadas a memórias, deixem de ser apenas roupas, e passam a carregar sentimento e história.

Quanto mais traços de história e emoção uma peça carrega, mais ela ganha uma vida própria e o seu poder identificativo aumenta, consequentemente o seu descarte diminui. Utilizar de técnicas de manufatura na peça potencializa a identificação e a humaniza, deixando claro a dedicação e cuidado por trás da roupa. Em seu livro, “ O erro de Descartes”, o neurocientista António Damásio, explica que Descarte errou ao dizer penso logo sou, pois esqueceu do eu sinto, afirmando que é a emoção, ou capacidade de sentir que torna o indivíduo humano.

Pessoas

Pessoas

Atualmente um dos maiores problemas da indústria da moda é o seu descaso com questões sociais. 

A grande maioria dos produtos é fabricada em países em desenvolvimento, assim como 40% dos resíduos têxteis são exportados para países de terceiro mundo.

 Esse fenômeno ganha o nome de globalização, entretanto aquilo que na teoria seria a integração de culturas acaba corroendo, em vez de construir, uma moda com variedade cultural.

Os trabalhadores que produzem as peças, perdem sua identidade cultural diante da predominante estética ocidental, tornando-se alienados a suas próprias vestimentas típicas. Além de receber apenas 1% ou 2% do preço real de venda do item.

 Existe na indústria uma desumanização do trabalhador por meio da terceirização da cadeia produtiva. Quanto mais distante as grandes marcas e por consequência consumidores se sentirem dessa realidade menos se sentem responsáveis, criando um sistema de difícil rastreamento e, portanto, pouca fiscalização de direitos trabalhistas.

Tendo em vista esse problema, Mnisis conta com pequenos fornecedores locais para o desenvolvimento da coleções. Além de visitas frequentes e maior contato com as pessoas que fabricam as peças, é mais fácil garantir que os trabalhadores ganham um salário justo e condições de trabalho decente. 

Além disso, muitas das peças são produzidas ou finalizadas no nosso próprio ateliê. A valorização do trabalho manual resulta em maior respeito pelo tempo que a peça demora para ficar pronta, e apreciação de técnicas de artesanato.

 Em termos sociais Mnisis se compromete a ajudar a economia local e pequenos produtores, assim como tentar ser cada vez mais transparente na cadeia de produção.

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